
Existem algumas maneiras de saber se estou vivo e uma delas é perder o trem na Estação da Vida.
O ato proposital é provocador de muitas perguntas, sendo a óbvia 'porque não entrei?'.
Mas as próximas perguntas sempre atropelam a primeira. "Terei o próximo trem?", "perdi o último ou o primeiro?".
Das cinco questões sagradas: quem, quando, onde, como e porque. A última é essencialmente a mais importante, e a que nos move.
Se perdi algo, houve um porque. Tal motivo ainda não descobri, e agora isso é mais importante do que esperar o próximo trem.
Porque quem não sabe o que procura, não sabe quando encontra.
O ato proposital é provocador de muitas perguntas, sendo a óbvia 'porque não entrei?'.
Mas as próximas perguntas sempre atropelam a primeira. "Terei o próximo trem?", "perdi o último ou o primeiro?".
Das cinco questões sagradas: quem, quando, onde, como e porque. A última é essencialmente a mais importante, e a que nos move.
Se perdi algo, houve um porque. Tal motivo ainda não descobri, e agora isso é mais importante do que esperar o próximo trem.
Porque quem não sabe o que procura, não sabe quando encontra.
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